sábado, 29 de novembro de 2025

Edição nº 796

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 796 – 30 de novembro de 2025

 

1º Domingo do Advento
roxo – 1ª classe

 

A terra abençoada, de que nos fala a Communio, é Maria Santíssima. Ela nos deu o fruto abençoado de suas entranhas. Por isso estamos reunidos, ao menos em espírito, em sua igreja (Statio).

Compenetrados das palavras do Evangelho: «Erguei as vossas cabeças, porque se aproxima a vossa Redenção...  Sabei que perto está o Reino de Deus»,  voltamo-nos no  começo do Ano eclesiástico para Deus,  com  toda a  alma (Introito).  Nossa Redenção é obra da bondade de Deus (Oração), mas também o é de nossa cooperação, conforme nos diz Santo Agostinho: «Aquele que te criou sem ti, não te salvará sem ti». Esta cooperação consiste em «levantarmo-nos do sono, renunciarmos às trevas e revestirmo-nos do Senhor Jesus Cristo» (Epístola). Unindo, no Ofertório, estas resoluções ao sacrifício de Jesus Cristo, receberemos na Comunhão a bênção de Deus e tornar-nos-emos uma terra abençoada, que há de produzir abundantes frutos para a vida cristã.

 


«Vinde, adoremos o Rei, o Senhor que está para chegar...» (BR.)

sábado, 22 de novembro de 2025

Edição nº 795

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 795 – 23 de novembro de 2025

 

 24º Domingo depois de Pentecostes
Último Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe.

 

O Evangelho deste domingo, último sempre do Ano eclesiástico, contém o dogma do juízo final. A Epístola nos ensina como devemos dignamente viver. É o último Sacrifício que neste ano oferecemos ao Criador. E, ao mesmo tempo, o último sermão que a Igreja nos dirige. O quadro gigantesco do juízo universal desperta os sonolentos (Oração) e suscita nos bons maior fervor no serviço de Deus (Epístola). Mas os Cânticos que repetimos desde o XXIII domingo, neste ainda mais estão em seu lugar apropriado. Confortam-nos e animam-nos. Fortalecem a nossa esperança. Deus é um Deus de paz, Ele nos fez dignos de participar da herança de seus Santos na luz da glória celeste.

 

«Haverá grande aflição, qual nunca houve desde o princípio do mundo até agora». Ev.

sábado, 15 de novembro de 2025

Edição nº 794

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 794 – 16 de novembro de 2025

 

 23º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

Meus pensamentos, diz o Senhor, são de paz (Intróito). Nossa paz é Jesus Cristo (Epístola). Achá-la-emos seguindo o Apóstolo e afastando-nos do caminho dos inimigos da Cruz do Cristo.  Jesus Cristo é a nossa paz, até mesmo ali onde a dor quer perturbá-la. Ele, o Salvador, vence o sofrimento e a dor, e nos ensina também a vencê-los (Evangelho). Os Cânticos neste e em todos os domingos seguintes, exprimem fé, confiança, desejo e santa alegria pela próxima volta à casa paterna. Deus, no decorrer do Ano eclesiástico (imagem de nossa vida) nos libertou da escravidão e dos males que nos oprimiam. Nossa alma está livre do cativeiro e os nossos nomes estão escritos no livro da vida.


«Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou». Ev.

sábado, 8 de novembro de 2025

Edição nº 793

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 793 – 9 de novembro de 2025

 

 Dedicação da Arquibasílica do SS. Salvador
(S. João de Latrão)
22º Domingo depois de Pentecostes
branco – 2ª classe

A fundação da basílica do Latrão remonta à época de Constantino, logo a seguir às últimas perseguições. O palácio dos Laterani, no monte Célio, pertencia então à Fausta, mulher de Constantino. Tendo-se convertido, o imperador deu-o ao papa para sua residência, e fundou junto dele a igreja do Latrão, que se tornou assim como que a catedral de Roma e mãe de todas as igrejas do mundo. Foi consagrada pelo papa S. Silvestre a 9 de novembro de 324. No século XII deram-lhe um segundo titular, S. João Batista, cujo nome estava ligado ao antigo batistério anexo à igreja; daí o atual nome de S. João do Latrão. A basílica foi primeiro destruída, depois restaurada por Sérgio III (século X) e consagrada por Bento XIII (1726). Era na basílica e no palácio do Latrão que se reuniam os concílios romanos, muito frequentes em certas épocas; aí se reuniram cinco concílios ecumênicos. É lá também que tem lugar a estação nos dias mais solenes do ano litúrgico. Lá, ainda, se conferiam as ordens sacras e o batismo no dia da Páscoa.

A Dedicação da basílica do Latrão é uma festa do Senhor.

No domingo, não se faz comemoração do domingo.

Basílica São João de Latrão  (@Vatican Media)

sábado, 1 de novembro de 2025

Edição nº 792

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 792 – 2 de novembro de 2025

 

Solenidade de Todos os Santos
branco – 1a. classe

 

A Missa e a festa de hoje animam-nos a seguir os exemplos de todos os Santos, e ao mesmo tempo, imploram a sua intercessão para que também cheguemos a realizar este ideal.

Alegremo-nos nesta solenidade, porque os Santos são irmãos nossos que já atingiram o seu fim. Alegremo-nos porque, sendo membros da mesma família, podemos esperar cantar com eles e os santos Anjos o louvor do Filho de Deus (Intróito). Este mesmo Filho de Deus nos traça no Evangelho as normas da vida e no Gradual nos convida a que O sigamos. Alegremo-nos, sim, porque a nossa recompensa será grande no céu (Evangelho).

 

«Se estes e aqueles [foram santos], porque não eu?» (Santo Agostinho).