sábado, 22 de agosto de 2020

Edição nº 499


«Liturgia Dominical»
Ano 9 – nº 499 – 16 de agosto de 2020

11º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe.

Solenidade da Assunção

Celebramos hoje a maior festa em honra de Nossa Senhora. É a comemoração da morte e da gloriosa Assunção de Maria Santíssima ao céu. 
Alegremo-nos com a sua entrada triunfal e coroação como Rainha dos Anjos e dos Santos. Estes diferentes aspectos da festa inspiraram os vários textos de que se compõe a Missa de hoje. O Evangelho talvez fosse unicamente escolhido por causa das últimas palavras, que tão bem se podem aplicar a Nossa Senhora: «Maria escolheu a melhor parte». Reuniu em si mesma como Esposa, Mãe e Virgem, as virtudes de Marta e Maria. Humilde serva de Deus, ela é o mais perfeito exemplo de vida ativa e contemplativa.
No dia 1º de novembro de 1950, Pio XII definia o dogma da Assunção. Proclamava assim solenemente que a crença segundo a qual a Santíssima Virgem Maria ao terminar a sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma para a glória do Céu, faz realmente parte do depósito da fé recebida dos Apóstolos. «Bendita entre todas as mulheres» em razão da sua maternidade divina, a Virgem imaculada que tivera desde a sua Conceição o privilégio de ser isenta do pecado original, não devia jamais conhecer a corrupção do túmulo.


«Tu és a glória de Jerusalém, a alegria de Israel, a honra do nosso povo». Epist.

sábado, 8 de agosto de 2020

Edição nº 498

 «Liturgia Dominical»
Ano 9 – nº 498 – 9 de agosto de 2020

10º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe.

Deus resiste aos soberbos e dá a sua graça aos humildes, eis o tema desta Missa. Todos os textos deste formulário falam-nos da virtude fundamental da vida cristã: a humildade. O Evangelho, com a parábola do fariseu e do publicano, é uma bela ilustração desta virtude. Assim instruídos, façamos nossos os sentimentos de humilde confiança na bondade de Deus, expressos nos Cânticos e nas Orações, e voltaremos justificados  para  as nossas casas.


«Graças Vos dou, ó Deus, porque não sou como os demais homens:
como os ladrões, injustos, adúlteros, nem como este publicano.» Ev.

sábado, 1 de agosto de 2020

Edição nº 497


«Liturgia Dominical»
Ano 9 – nº 497 – 2 de agosto de 2020

9º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe.

Escolhido entre muitos, é o Cristão um predileto de Deus. Entretanto não exclui este fato a possibilidade de sermos assaltados por perigos. Como outrora o povo de Deus, o povo escolhido ainda podia Lhe ser infiel (Epístola e Evangelho) assim também, de nós não é afastado o perigo. Castigando o povo ingrato e predizendo como justo Juiz a sua ruína, avisa-nos Deus do risco que corremos.
Lembremo-nos que há inferno e que a própria alma remida com o Sangue de Jesus Cristo ainda se pode perder. No mar tempestuoso da vida, seja-nos esta verdade como um farol que nos acautele dos escolhos. Mas a Igreja é sempre Mãe solícita; e em suas Orações e em seus Cânticos anima-nos à confiança.



«Lágrimas de Jesus sobre a ingrata Jerusalém, votada à ruína. Sua santa cólera à vista do Templo profanado.»

sábado, 25 de julho de 2020

Edição nº 496


«Liturgia Dominical»
Ano 9 – nº 496 – 26 de julho de 2020

8º Domingo depois de Pentecostes
Comemoração de S. Ana, mãe da Santíssima Virgem.
verde – 2a. classe.

Já a Missa do domingo passado nos mostrou a humanidade dividida em dois campos: o escravo do pecado e o escravo de Deus. A boa árvore e a árvore má.  Também nesta Missa, Nosso Senhor nos fala (Evangelho) dos filhos do mundo e dos filhos da luz.  Aqueles são mais prudentes em sua espécie, isto é, em atingirem os fins que levam à perdição e à morte. E, ao contrário, quanto nós nos devemos ainda esforçar para conseguirmos o nosso fim, que é a vida eterna! Importa, porém, termos sempre presente a nossa fraqueza e pedirmos a Deus que nos inspire a graça de pensarmos no bem e o verdadeiro modo de agir (Oração). Cristãos, somos elevados à dignidade de filhos de Deus, e não devemos andar segundo a carne, mas, sim, segundo o Espírito.  Deus é o nosso Pai, Jesus é o nosso Irmão e o Espírito Santo habita em nós; o céu e a bem-aventurança  serão a nossa recompensa.


«Chamou então cada um dos devedores de seu senhor, e disse ao primeiro: Quanto deves a meu senhor?» Ev.

sábado, 18 de julho de 2020

Edição nº 495

«Liturgia Dominical»
Ano 9 – nº 495 – 19 de julho de 2020

7º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe.

O Introito é um alegre convite de louvor ao Senhor, nosso Deus, que é o Rei supremo, Rex magnus, da terra. Este é o destino de cada homem e mais particularmente o do Cristão. Nem todos, porém, compreendem a sua missão. Vemos o mundo dividido em dois campos e não só no mundo como em cada indivíduo, existe um conflito perene entre o bem e o mal. S. Paulo, na Epístola, fala-nos do escravo do pecado e do escravo de Deus, e o Evangelho não nos deixa em dúvida sobre o que nos importa escolher. Devemos, como as boas árvores, produzir bons frutos. Só com a graça de Deus o conseguiremos. Implorando humildemente esta graça (Oração), alcançá-la-emos pela celebração dos santos Mistérios (Póscomunhão).


«Acautelai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós sob peles de ovelhas, mas, por dentro, são lobos vorazes.» Ev.

Edição nº 494

«Liturgia Dominical»
Ano 9 – nº 494 – 16 de julho de 2020

Nossa Senhora do Monte Carmelo
Comemoração – paramentos brancos

A Ordem do Monte-Carmelo, fundada no século XII por um sacerdote da Calábria, pretende e com razão continuar uma tradição monástica, já então multissecular, na colina do Carmelo, recuando de bom grado a sua origem ao profeta Elias.
Em 16 de Julho de 1251, a Santíssima Virgem apareceu a S. Simão Stock, geral da Ordem, e prometeu uma bênção especial, não somente para seus religiosos, mas também para todos aqueles que trouxessem o hábito da sua Ordem. Numerosos privilégios especiais foram concedidos pelos papas aos que trazem o escapulário e fazem parte da confraria de Nossa Senhora do Carmo. Instituída pelos carmelitas em 1332, a festa de Nossa Senhora do Carmo foi estendida a toda a Igreja por Bento XIII em 1726. 


Em 16 de Julho de 1251, a Santíssima Virgem apareceu a S. Simão Stock, geral da Ordem

sábado, 11 de julho de 2020

Edição nº 493


«Liturgia Dominical»
Ano 9 – nº 493 – 12 de julho de 2020

6º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe.

Este domingo é uma pequena Páscoa. Na Páscoa, pelo Batismo, nos conferiu Deus a vida que é alimentada pela Eucaristia.  Esta verdade é lembrada e representada pela Missa de hoje. A Epístola recorda-nos que pelo Batismo morremos com o Cristo ao velho homem e ressurgimos para uma vida nova. O Evangelho pelo milagre da multiplicação dos pães, mostra-nos a eficácia da Eucaristia. Jesus Cristo no santo Sacrifício da Missa (no qual devemos comungar), se compadece de nós e nos alimenta no deserto da vida, para que não pereçamos no caminho. Os Cânticos mostram confiança na proteção e na misericórdia de Deus."


«Tenho compaixão deste povo; porque, já estão comigo há três dias e não têm o que comer.» Ev.

Edição nº 492

«Liturgia Dominical»
Ano 9 – nº 492 – 5 de julho de 2020

† 5º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe.

Eis como eles se amam, foi dito em louvor dos primeiros Cristãos. E não podia ser de outra forma, pois se sentiam e eram membros de um só Corpo, que é Jesus Cristo. N 'Ele amavam a Deus, o Pai comum de todos, e n'Ele amavam-se uns  aos outros. Este ideal de que viviam os nossos antepassados é assim delineado e posto diante dos nossos olhos na Missa destes dias, e é uma esplêndida introdução e uma preparação para o sacrifício comum, o centro do serviço divino que a Comunidade cristã presta a seu Criador.
                                        

«deixa a tua oferenda diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e depois vem fazer a tua oblação.» Ev.