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sábado, 7 de fevereiro de 2026
sábado, 31 de janeiro de 2026
sábado, 24 de janeiro de 2026
Edição nº 804
«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 804 – 25 de janeiro
de 2026
† 3º Domingo depois da Epifania
verde – 2ª classe
Neste domingo continua a manifestação do caráter
real de Jesus e de seu poder misterioso. Ele domina sobre as doenças.
Estendendo a mão poderosa de sua Majestade (Oração), a lepra desaparece e o
servo fica curado. Ora, nós éramos doentes como o leproso e o servo. No Batismo
e no Sacramento da Penitência, Jesus estendeu a mão e operou a cura milagrosa
de nossa alma. Com os miraculados do Evangelho, podemos cantar no Ofertório:
Não morrerei, mas viverei. Entretanto, este júbilo só terá valor, se a nossa
gratidão se manifestar também pela vida moldada no ideal que nos propõe a
Epístola. Eis a verdadeira vida dos batizados, dos curados da lepra do pecado.
«Em verdade, eu vos digo que não encontrei tamanha fé em Israel» Ev.
sábado, 17 de janeiro de 2026
Edição nº 803
«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 803 – 18 de janeiro
de 2026
† 2º Domingo depois da Epifania
verde – 2ª classe
Jesus Cristo é o Rei da criação, e por isso, toda a
terra O deve adorar e louvar como a seu Redentor (Intróito, Gradual). Por seu
nascimento tornou-se nosso Irmão e por sua morte recebeu-nos em herança. Pela
Eucaristia continua a comunicar-nos os frutos de seu nascimento, de sua vida e
de sua morte. Vemo-Lo hoje, nas bodas de Caná (Evangelho), praticar o primeiro
milagre: a conversão da água em vinho. Aqui converte o vinho em seu
Preciosíssimo Sangue, a fim de, por meio deste milagre, repetido através dos
séculos, comunicar aos homens a sua divindade.
É justo, pois, que digamos no Ofertório: «Vede quanto bem Deus fez à
minha alma».
«Fazei tudo quanto Ele vos disser.» Ev.
sábado, 10 de janeiro de 2026
Edição nº 802
«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 802 – 11 de janeiro
de 2026
† Festa da Sagrada
Família
1º Domingo depois da Epifania
branco – 2ª classe
Com a Igreja, fazemos hoje uma visita à casa de
Nazaré. A Sagrada Família é um exemplo para a família cristã. Sigam os filhos o
exemplo de Jesus, que era submisso a seus pais. O pai imite a S. José e a mãe
veja em Maria Santíssima um modelo de esposa e mãe, cujas virtudes encontramos
na Epístola e no Evangelho. Para a execução de nossos propósitos, imploramos
nas Orações as graças do Alto, e assim, também em nossas casas reinará a paz de
Jesus Cristo.
«Então desceu com eles e veio para Nazaré; e era-lhes submisso.». Ev.
sábado, 3 de janeiro de 2026
Edição nº 801
«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 801 – 4 de janeiro
de 2026
† Solenidade da
Epifania
Festa do Santíssimo Nome de Jesus
branco – 2ª classe
Epifania, como dizem os gregos, ou aparição, é a
segunda solenidade no ciclo de Natal. Jubilosos celebramos com a santa Igreja a
entrada solene do Cristo-Rei no mundo, na humanidade, na alma de cada um de
nós. Aquele que nascera no silêncio da santa noite de Natal, manifesta-se agora
aos olhos do mundo. O Rei da eterna glória entra em sua cidade, a nova
Jerusalém, a santa Igreja.
Os Ofícios litúrgicos, e especialmente o da
madrugada, Laudes, falam de uma tríplice manifestação de Jesus. Diz a Antífona:
«Hoje o Esposo celestial se uniu à Igreja, porque o Cristo lavou no Jordão os
crimes de sua Esposa». No batismo de Jesus, o Padre Eterno deu testemunho a seu
Filho: «Este é o meu Filho, a Ele deveis ouvir». – «Os Magos se apressam para
as núpcias do Rei, com as suas dádivas» (Evangelho). Com os Magos, somos também
nós convidados a apresentar no Ofertório a nossa dádiva: o dom de nós mesmos. E
finalmente conclui a Antífona: «E a água se transforma em vinho e os convidados
se alegram. Aleluia». Nas bodas de Caná, manifestou-se pela vez primeira o
poder divino-real de Jesus Cristo. Assim como os convidados se alegram, nós nos
alegramos pela transubstanciação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue do
Salvador, que nos é proposto no banquete nupcial da Eucaristia.
A basílica de S. Pedro foi escolhida para a
celebração da Missa, neste dia, porque a Epifania, desde os tempos mais
remotos, é uma das maiores solenidades.
Oferecemo-nos com o Cristo (Secreta) e recebemos o Cristo
(Post communio). A vida interior do Cristão é uma reprodução da vida do
Cristo. O fim da Igreja, celebrando o Ano eclesiástico, é este: assim como Jesus
se manifestou aos Magos, pedimos que se manifeste a cada Cristão, pela luz da
fé.
«Vimos a sua estrela no Oriente, e viemos com presentes adorar o
Senhor». Comm.
sábado, 27 de dezembro de 2025
Edição nº 800
«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 800 – 28 de
dezembro de 2025
† Domingo dentro da
oitava do Natal
branco – 2ª classe
«Quando tudo repousava em profundo silêncio», na
santa noite de Natal, apareceu o Cristo-Rei, sob a forma de uma Criancinha
(Introito). Pedimos que Ele nos submeta a seu poder, fazendo-nos praticar as
boas obras (Oração), depois de nos ter libertado da escravidão e de nos ter elevado
à dignidade de filhos de Deus (Epístola). Sejam nossos exemplos de vida cristã:
S. José, Nossa Senhora, Simeão e Ana (Evangelho). Ainda tão próximos do
presepe, quedamos, no entanto, surpresos. O mesmo Evangelho nos deixa entrever
a Redenção pela Paixão. A Criancinha será o Homem das dores; a Virgem-Mãe, a Mater
dolorosa. O altar, neste dia, é para nós presepe e cruz ao mesmo tempo.
Conforta-nos, entretanto, o pensamento de que na Comunhão podemos «tomar o Menino»
com a sua Mãe, e com eles caminhar para a vida eterna.
domingo, 21 de dezembro de 2025
Edição nº 799
«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 799 – 21 de
dezembro de 2025
† 4º Domingo do
Advento
roxo – 1ª classe
Na noite do sábado anterior ao IV. Domingo do
Advento faziam-se antigamente as ordenações dos ministros de Deus. Como mais
tarde estas cerimônias fossem realizadas já no sábado de manhã, fez-se para o
IV Domingo uma Missa própria, composta, em sua maior parte, das Missas das Têmporas
do Advento. São, portanto, estes dois pensamentos: Ordenação e Advento, que
dominam na Missa deste domingo.
A Epístola fala-nos dos ministros do Cristo, que
por seu ofício e sua vida devem preparar os fiéis para a vinda do Senhor. Com o
profeta Isaías, desejamos esta vinda (Intróito). No Evangelho mostranos o
Precursor o que devemos fazer: encher os vales e arrasar os montes, isto é,
arrepender-nos dos pecados e humilhar-nos. No Ofertório é Nossa Senhora quem
nos conduz para oferecermos no altar as nossas dádivas e a nossa boa vontade.
Na Comunhão nos tornamos semelhantes a ela pela visita que Jesus faz ao nosso
coração.
Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Ev.





