sábado, 15 de agosto de 2026

Edição nº 833

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 833 – 16 de agosto de 2026

 

 12º Domingo depois de Pentecostes
Solenidade da Assunção
branco – 1a. classe

 

Celebramos hoje a maior festa em honra de Nossa Senhora. É a comemoração da gloriosa Assunção de Maria Santíssima ao céu.

No dia 1º de novembro de 1950, Pio XII definia o dogma da Assunção. Proclamava assim solenemente que a crença segundo a qual a Santíssima Virgem Maria ao terminar a sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma para a glória do Céu, faz realmente parte do depósito da fé recebida dos Apóstolos. «Bendita entre todas as mulheres» em razão da sua maternidade divina, a Virgem imaculada que tivera desde a sua Conceição o privilégio de ser isenta do pecado original, não devia jamais conhecer a corrupção do túmulo.

A nova missa da festa põe em evidência a própria Assunção e as suas conveniências teológicas. Maria aparece glorificada na mulher descrita no Apocalipse (Intróito), na filha do rei revestida de manto de ouro, do salmo 44 (gradual), na mulher que com seu filho será inimiga vitoriosa do demônio (Ofertório). São-lhe aplicados os louvores dirigidos a Judite triunfante (Epístola); e sobretudo considera a Assunção o coroamento de todas as glórias que derivam da maternidade divina e que a própria Virgem cantou no seu Magnificat (Evangelho). As orações fazem-nos pedir a Deus que possamos, como a Santíssima Virgem, estar continuamente atentos às coisas do alto, atingir a ressurreição bem-aventurada, e partilhar da sua glória no Céu.


«Tu és a glória de Jerusalém, a alegria de Israel, a honra do nosso povo». Epist.

 

Avisos Paroquiais

Atenção para os horários das Santas Missas neste Domingo:

    – às 7h, 9h e 19h, em nossa igreja matriz;
    – às 10h, na Capela de São Brás, em Sesmaria;
    – às 10h, na Capela de Santo Antônio, em Córrego Seco;
    – às 16h, no Lot. Santa Edwiges, Local da Futura Capela de Santa Edwiges.
    – às 17h, na Capela de São João Batista em São Roque.;

Serão transmitidas, direto da nossa igreja matriz, a Santa Missa das 7h, pela Rádio Bom Jesus FM 89.3 e pelo YouTube e também a Santa Missa das 19h, pelo YouTube.

Redes Sociais:

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     (Transmissão ao Vivo – Santa Missa 7h e 19h)

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Intróito / SIGNUM MAGNUM – Apocalipse 12. 1; Salmo 97. 1

Canto solene de entrada, o Introito como que enuncia o tema geral da Missa ou solenidade do dia.

Signum magnum appáruit in cælo: múlier amicta sole, et luna subpédibus eius, et in cápite eius coróna stellárum duódecim. Ps. Cantáte Dómino cánticum novum: quóniam mirabília fecit. . Glória Patri.

Um grande sinal apareceu no Céu: uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Sl. Cantai ao Senhor um cântico novo, porque Ele operou maravilhas. . Glória ao Pai.

Oração (Colecta)

Pedimos ao Senhor aquilo de que precisamos nesse dia para a nossa salvação.

Omnípotens sempitérne Deus, qui Immaculátam Vírginem Maríam, Fílii tui genitrícem, córpore et ánima ad cæléstem glóriam assumpsísti: concéde, quǽsumus; ut, ad superna semper inténti, ipsíus glóriæ mereámur esse consórtes. Per eundem Dominum nostrum Iesum Christum.

Ó Deus onipotente e sempiterno, que arrebatastes à glória do Céu em corpo e alma a Imaculada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, concedei, nós Vos pedimos, que, preocupando-nos sempre com as coisas do alto, mereçamos ser participantes da sua glória. Pelo mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo.

Epístola extraída do livro de Judite 13. 22-25; 15. 10

Leitura ordinariamente extraída das epístolas ou cartas dos Apóstolos; daí o seu nome.

Judite salvando o seu povo é uma figura de Maria. Retomando o elogio de Judite para o dirigir a Maria, a Igreja sublinha o seu alcance profético; é próprio da linguagem bíblica poder evocar em todas as suas perspectivas as grandes obras divinas.

Benedíxit te Dóminus in virtúte sua, quia per te ad níhilum redégit inimícos nostros. Benedícta es tu, fília, a Dómino Deo excelso, præ ómnibus muliéribus super terram. Benedíctus Dóminus, qui creávit cælum et terram, qui te direxit in vúlnera cápitis príncipis inimicórum nostrórum; quia hódie nomen tuum ita magnificávit, ut non recédat laus tua de ore hóminum, qui mémores fúerint virtútis Dómini in ætérnum, pro quibus non pepercísti ánimæ tuæ propter angústias et tribulatiónem géneris tui, sed subvenísti ruínæ ante conspéctum Dei nostri. Tu glória Ierúsalem, tu lætítia Israël, tu honorificéntia pópuli nostri.

22O Senhor abençoou-te com a sua fortaleza, pois que, por teu intermédio, reduziu a nada os nossos inimigos. 23Abençoada és tu, minha filha, pelo Senhor, o Deus altíssimo, entre to­das as mulheres da terra. 24Bendito seja o Senhor, criador do céu e da terra, que te levou a cortares a cabeça do chefe dos nossos inimigos. 25De tal maneira ele hoje glorificou o teu nome, que o teu nome não desaparecerá da boca dos homens, para sempre lembrados do poder do Senhor. Ao veres os sofrimentos e a amargura do teu povo, não quiseste poupar a tua vida; antes nos salvaste da ruina, sob o olhar protetor do nosso Deus: 10Tu és a glória de Jerusalém, a alegria de Israel, a honra do nosso povo.

Gradual / Salmo 44. 11-14

Gradual e Aleluia, são cantos intercalares, por via de regra, tirados dos salmos e que traduzem os devotos afetos produzidos na alma pela leitura da Epístola ou sugeridos pelo Mistério do dia.

Audi, fília, et vide, et inclína aurem tuam, et concupíscet Rex pulchritúdinem tuam. . Tota decóra ingréditur fília Regis, textúræ áureæ sunt amíctus ejus.

Ouve, minha filha, e vê, e inclina o teu ouvido, e cobiçará o rei a tua beleza. . A princesa real entra toda formosa e bela, de vestidos reca­mados de ouro.

Aleluia

Allelúia, allelúia. . Assumpta est María in cælum: gaudet exércitus Angelórum. Allelúia.

Aleluia, aleluia. . Maria foi levada ao Céu: alegra-se o exército dos Anjos. Aleluia.

Evangelho segundo São Lucas 1. 41-50

Proclamação solene da Palavra de Deus. Ponto culminante desta primeira parte da Missa, a leitura ou canto do Evangelho, é revestida da maior solenidade. O respeito para com ele, exige seja escutado de pé.

Não há melhor cântico do que o Magnificat para celebrar, no dia do seu triunfo, as grandezas de Maria; a Igreja recorda-nos as circunstâncias em que Maria, num movimento de ação de graças inspirado pelo Espírito Santo, o pronunciou.

In illo témpore: Repléta est Spíritu Sancto Elisabeth et exclamávit voce magna, et dixit: Benedícta tu inter mulíeres, et benedíctus fructus ventris tui. Et unde hoc mihi ut véniat mater Dómini mei ad me? Ecce enim ut facta est vox salutatiónis tuæ in áuribus meis, exsultávit in gáudio infans in útero meo. Et beáta, quæ credidísti, quóniam perficiéntur ea, quæ dicta sunt tibi a Dómino. Et ait María: Magníficat ánima mea Dóminum; et exsultávit spíritus meus in Deo salutári meo; quia respéxit humilitátem ancíllæ suæ, ecce enim ex hoc beátam me dicent omnes generatiónes. Quia fecit mihi magna qui potens est, et sanctum nomen eius, et misericórdia eius a progénie in progénies timéntibus eum.

Naquele tempo: 41Isabel foi cheia do Espirito Santo, 42e ex­clamou em voz forte, dizendo: «Bendita és tu entre as mulhe­res e bendito o fruto do teu ventre. 43Como pude eu merecer a dita de vir até mim a Mãe do meu Senhor! 44Na verdade, apenas ouvi as palavras da tua saudação, o menino exultou de alegria no meu seio! 45Tu, sim, que és feliz, por teres acreditado que em ti se cumpriria o que te foi dito da parte do Senhor!». 46Maria, então, prorrompeu: «A minha alma glorifica ao Senhor, 47e o meu es­pirito exulta de alegria em Deus, meu Salvador; 48porque, se dignou baixar os olhos para a humilde condição da sua escrava, desde agora me chamarão bem-aventurada todas as gera­ções: 49Porque O que é Poderoso fez em mim grandes coisas, e o seu nome é santo; 50e a sua misericórdia estende-se, através das idades, sobre todos os que O temem».

 

CREDO... Concluímos a Ante-Missa com essa profissão de fé.

Breve compêndio das verdades cristãs e Símbolo da fé católica. Com a Igreja, afirmemo-las publicamente e renovemos a profissão de fé que fizemos no Batismo.

 

Ofertório / Gênesis 3. 15

Com o Ofertório, começa a segunda parte da Missa ou Sacrifício propriamente dito.

Inimicítias ponam inter te et mulíerem, et semen tuum et semen illíus.

Porei inimizades entre ti e a mulher, entre a tua e a sua geração.

Secreta

É a antiga «oração sobre as oblatas», ponto de ligação entre o Ofertório e o Cânon.

Ascéndat ad te, Dómine, nostræ devotiónis oblátio, et, beatíssima Vírgine María in cælum assumpta intercedénte, corda nostra, caritátis igne succénsa, ad te iúgiter ádspirent. Per Dominum nostrum Iesum Christum.

Suba até Vós, Senhor, a oferta da nossa devoção, e, pela intercessão da Santíssima Virgem Maria que subiu ao Céu, que os nossos corações, incendiados no fogo da caridade, suspirem sempre por Vós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Communio / Lucas 1. 48-49

Alternando com o canto dum salmo, acompanhava (e ainda hoje pode acompanhar) a comunhão dos fiéis.

Beátam me dicent omnes generatiónes, quia fecit mihi magna qui potens est.

Todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque O que é Poderoso fez em mim grandes coisas.

Postcommunio

Súplica a Deus para que nos conceda os frutos do Sacrifício.

Sumptis, Dómine, salutáribus sacraméntis: da, quǽsumus; ut, méritis et intercessióne beátæ Vírginis Maríæ in cælum assúmptæ, ad resurrectiónis glóriam perducámur. Per Dominum nostrum Iesum Christum.

Tendo recebido, Senhor, os Sacramentos da salvação, concedei, nós Vos pedimos, que, pelos méri­tos e intercessão da Santa Virgem Maria levada ao Céu, sejamos conduzi­dos à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Meditação

 

Assunção de Nossa Senhora

Ó Maria elevada ao céu, purificai os meus sentidos para que eu aprenda, já neste mundo, a saborear a Deus.

 

1 – A Virgem que hoje contemplamos elevada em corpo e alma à glória do céu, recorda-nos de uma forma especial que a nossa morada permanente não é na terra, mas no céu onde, juntamente com o seu divino Filho, nos precedeu na plenitude da sua pessoa. É este o pensamento dominante da liturgia de hoje: «Deus todo-poderoso e eterno – diz a oração do dia – que ele­vastes à glória do céu, em corpo e alma, a Imaculada Virgem Maria, Mãe do Vosso Filho, concedei-nos a graça de aspirarmos sempre às coisas do alto, para merecermos compartilhar da sua glória». Sim, a festa da Assunção é para nós um poderoso apelo a «aspirar­mos sempre às coisas do alto», não nos deixando arrastar pelas vicissitudes e ilusões da vida terrena. Não foi só a nossa alma que foi criada para o céu: o corpo, depois da ressurreição da carne, também será acolhido nas moradas celestiais e admitido a participar da glória do espírito. Esta completa glorificação da nossa humanidade, que não só para nós, mas também para todos os santos se efetuará no fim dos tempos, contemplamo-la hoje plenamente realizada em Maria, nossa Mãe. Este privilégio convinha-lhe muito bem a Ela, a toda pura e toda santa, cujo corpo nunca foi tocado pela sombra do mal, mas foi sempre templo do Espírito Santo, e cujo seio virginal foi o tabernáculo do Filho de Deus. E este privilégio incita-nos a elevar toda a nossa vida, não só a do espírito, mas também a dos sentidos, ao nível da vida celestial que nos espera. «Ó Mãe de Deus e Mãe dos homens – exclama Pio XII na sua belíssima oração à Assunção – nós vos suplicamos que purifiqueis os nossos sentidos para que aprendamos na terra a sentir a Deus, só a Deus, encantamento das cria­turas».

2 – A Assunção de Maria Santíssima indica-nos o itinerário da nossa ascensão espiritual: desprendimento da terra, impulso para Deus, união com Deus.

A Virgem foi elevada aos céus em corpo e alma por ser a Imaculada, a toda pura, isenta não só de toda a sombra de culpa, mas ainda do menor apego às coisas da terra, que «nunca teve impressa na alma forma de qualquer criatura, nem por ela se moveu» (J.C. S. III, 2, 10). A primeira condição para chegar a Deus é a pureza total, fruto do desapego total. A Senhora, que viveu a nossa vida terrena num desprendimento absoluto de todas as coisas criadas, ensina-nos a não nos deixar­mos prender pelo encanto das criaturas, mas a vivermos no meio delas, a ocuparmo-nos delas com muita cari­dade, sim, mas sem prender a elas o coração, sem jamais procurar nelas a nossa satisfação.

A Virgem da Assunção fala-nos do impulso para o céu, para Deus. Não basta purificar o coração de todo o pecado e de todo o apego; é preciso, ao mesmo tempo, lançá-lo para Deus, tender para Ele com todas as nossas forças. «Senhor – faz-nos orar a Igreja na Missa do dia – que por intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria elevada ao céu, os nossos corações, abrasados no fogo da caridade, para Vós se dirijam constantemente» (Secreta). A nossa vida terrena tem valor de vida eterna enquanto é impulso para Deus, contínua busca dEle, contínua adesão à Sua graça; se este impulso diminuir, diminuiu também o valor ultra terreno da nossa existência.

Maria foi elevada ao céu por ser a Mãe de Deus e este seu máximo privilégio, origem e causa de todos os outros, evoca especialmente a união íntima com Deus; a sua Assunção à união beatífica do céu fala-nos também dessa união. A Assunção de Nossa Se­nhora confirma-nos, portanto, nesta grande e doce ver­dade: fomos criados e chamados à união com Deus. É a própria Virgem que nos estende a sua mão ma­ternal para nos guiar e nos levar a atingir tão alto ideal. Com os olhos fixos n'Ela, será mais fácil cami­nhar: Ela será o nosso guia, a nossa força e consolação, em qualquer luta e dificuldade.

MADALENA, Padre Gabriel de Santa Maria. Intimidade Divina. 2. ed.
Porto: Edições Carmelitanas, 1967, p. 1467-1470.

sábado, 8 de agosto de 2026

Edição nº 832

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 832 – 9 de agosto de 2026

 

 11º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Da graça e da bondade de Nosso Senhor, trata a Missa de hoje. Na Epístola fala S. Paulo da graça que ele próprio recebeu como último dos Apóstolos e que, pelo Batismo, a nós também foi comunicada. No Evangelho é o próprio Jesus Cristo quem cura, na pessoa do surdo-mudo, a humanidade inteira. Ephpheta: ainda hoje é ação simbólica na administração do Batismo. Nos Cânticos agradecemos estas graças, mas na Oração imploramos novas, porquanto precisamos aumentar a graça em nós. É o que melhor alcançamos pela Eucaristia. Certos estejamos que se honramos a Deus com todos os nossos haveres (no Sacrifício Eucarístico), teremos abundância de trigo e vinho (no Sacramento Eucarístico); e assim é aumentada em nós a graça de Deus (Communio).

 


«Ephpheta!» Abre-te boca muda! Abre-te boca cristã para proclamar a tua fé!

sábado, 1 de agosto de 2026

Edição nº 831

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 831 – 2 de agosto de 2026

 

 10º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Deus resiste aos soberbos e dá a sua graça aos humildes, eis o tema desta Missa. Todos os textos deste formulário falam-nos da virtude fundamental da vida cristã: a humildade. O Evangelho, com a parábola do fariseu e do publicano, é uma bela ilustração desta virtude. Assim instruídos, façamos nossos os sentimentos de humilde confiança na bondade de Deus, expressos nos Cânticos e nas Orações, e voltaremos justificados para as nossas casas.


«Graças Vos dou, ó Deus, porque não sou como os demais homens...» Ev.

sábado, 25 de julho de 2026

Edição nº 830


«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 830 – 26 de julho de 2026

 

 9º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Escolhido entre muitos, é o Cristão um predileto de Deus. Entretanto não exclui este fato a possibilidade de sermos assaltados por perigos. Como outrora o povo de Deus, o povo escolhido, ainda podia–Lhe ser infiel (Epístola e Evangelho) assim também, de nós não é afastado o perigo. Castigando o povo ingrato e predizendo como justo Juiz a sua ruína, avisa-nos Deus do risco que corremos. Lembremo-nos que há inferno, e que a própria alma remida com o Sangue de Jesus Cristo ainda se pode perder. No mar tempestuoso da vida, seja-nos esta verdade como um farol que nos acautele dos escolhos. Mas a Igreja é sempre mãe solícita; e em suas Orações e em seus Cânticos anima-nos à confiança.

 

«Quando Jesus chegou perto, ao ver a cidade chorou sobre ela» Ev.

sábado, 18 de julho de 2026

Edição nº 829

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 829 – 19 de julho de 2026

 

 8º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Já a Missa do domingo passado nos mostrou a humanidade dividida em dois campos: o escravo do pecado e o escravo de Deus. A boa árvore e a árvore má.  Também nesta Missa, Nosso Senhor nos fala (Evangelho) dos filhos do mundo e dos filhos da luz.  Aqueles são mais prudentes em sua espécie, isto é, em atingirem os fins que levam à perdição e à morte. E, ao contrário, quanto nós nos devemos ainda esforçar para conseguirmos o nosso fim, que é a vida eterna! Importa, porém, termos sempre presente a nossa fraqueza e pedirmos a Deus que nos inspire a graça de pensarmos no bem e o verdadeiro modo de agir (Oração). Cristãos, somos elevados à dignidade de filhos de Deus, e não devemos andar segundo a carne, mas, sim, segundo o Espírito.  Deus é o nosso pai, Jesus é o nosso irmão e o Espírito Santo habita em nós; o céu e a bem-aventurança serão a nossa recompensa. 


«Quanto deves a meu senhor?» Ev.

sábado, 11 de julho de 2026

Edição nº 828

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 828 – 12 de julho de 2026

 

 7º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

O Intróito é um alegre convite de louvor ao Senhor, nosso Deus, que é o Rei supremo, Rex magnus, da terra. Este é o destino de cada homem e mais particularmente o do Cristão. Nem todos, porém, compreendem a sua missão. Vemos o mundo dividido em dois campos, e não só no mundo como em cada indivíduo, existe um conflito perene entre o bem e o mal. S. Paulo, na Epístola, fala-nos do escravo do pecado e do escravo de Deus e o Evangelho não nos deixa em dúvida sobre o que nos importa escolher. Devemos, como as boas árvores, produzir bons frutos. Só com a graça de Deus, o conseguiremos. Implorando humildemente esta graça (Oração), alcançá-la-emos pela celebração dos santos Mistérios (Postcommunio).


«Acautelai-vos dos falsos profetas» Ev.

sábado, 4 de julho de 2026

Edição nº 827

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 827 – 5 de julho de 2026

 

 6º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Este domingo é uma pequena Páscoa. Na Páscoa, pelo Batismo, nos conferiu Deus a vida que é alimentada pela Eucaristia.  Esta verdade é lembrada e representada pela Missa de hoje. A Epístola recorda-nos que pelo Batismo morremos com o Cristo ao velho homem e ressurgimos para uma vida nova. O Evangelho pelo milagre da multiplicação dos pães, mostra-nos a eficácia da Eucaristia. Jesus Cristo no santo Sacrifício da Missa (no qual devemos comungar), se compadece de nós e nos alimenta no deserto da vida, para que não pereçamos no caminho. Os Cânticos mostram confiança na proteção e na misericórdia de Deus.

                                 

«Já estão comigo há três dias e não têm o que comer.» Ev.

sábado, 27 de junho de 2026

Edição nº 826

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 826 – 28 de junho de 2026

 

 5º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Eis como eles se amam, foi dito em louvor dos primeiros Cristãos. E não podia ser de outra forma, pois se sentiam e eram membros de um só Corpo, que é Jesus Cristo. N'Ele amavam a Deus, o Pai comum de todos, e, n'Ele amavam-se uns aos outros. Este ideal de que viviam os nossos antepassados é assim delineado e posto diante dos nossos olhos na Missa destes dias, e é uma esplêndida introdução e uma preparação para o sacrifício comum, o centro do serviço divino que a Comunidade cristã presta a seu Criador.

                                        

«Vai primeiro reconciliar-te com teu irmão.» Ev.