sábado, 25 de julho de 2026

Edição nº 830


«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 830 – 26 de julho de 2026

 

 9º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Escolhido entre muitos, é o Cristão um predileto de Deus. Entretanto não exclui este fato a possibilidade de sermos assaltados por perigos. Como outrora o povo de Deus, o povo escolhido, ainda podia–Lhe ser infiel (Epístola e Evangelho) assim também, de nós não é afastado o perigo. Castigando o povo ingrato e predizendo como justo Juiz a sua ruína, avisa-nos Deus do risco que corremos. Lembremo-nos que há inferno, e que a própria alma remida com o Sangue de Jesus Cristo ainda se pode perder. No mar tempestuoso da vida, seja-nos esta verdade como um farol que nos acautele dos escolhos. Mas a Igreja é sempre mãe solícita; e em suas Orações e em seus Cânticos anima-nos à confiança.

 

«Quando Jesus chegou perto, ao ver a cidade chorou sobre ela» Ev.

                                        

Avisos Paroquiais

Atenção para os horários das Santas Missas neste Domingo:

    – às 7h, 9h e 19h, em nossa igreja matriz;

    – às 10h, na Capela de São Brás, em Sesmaria;

    – às 18h, na Capela de Santa Isabel, em Usina Santa Isabel, Santa Missa, procissão e festejos em honra da padroeira.

Serão transmitidas, direto da nossa igreja matriz, a Santa Missa das 7h, pela Rádio Bom Jesus FM 89.3 e pelo YouTube e também a Santa Missa das 19h, pelo YouTube.

Redes Sociais:

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 (Transmissão ao Vivo – Santa Missa 7h e 19h)

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Intróito / ECCE DEUS – Salmo 53. 6-7, 3

Canto solene de entrada, o Introito como que enuncia o tema geral da Missa ou solenidade do dia.

Ecce, Deus adiuvat me, et Dóminus suscéptor est ánimæ meæ: avérte mala inimícis meis, et in veritáte tua dispérde illos, protéctor meus, Dómine. Ps. Deus, in nómine tuo salvum me fac: et in virtúte tua libera me. . Glória Patri.

Eis que Deus vem em meu auxílio, e o Senhor é o protetor de minha alma. Voltai os males contra meus inimigos, e por vossa fidelidade, exterminai-os, ó Senhor, meu protetor. Sl. Salvai-me, ó Deus, por vosso Nome, e por vosso poder, livrai-me. . Glória ao Pai.

Oração (Colecta)

Pedimos ao Senhor aquilo de que precisamos nesse dia para a nossa salvação.

Quæ placita sunt ei facio semper. A aspiração do cristão anela a fundir-se com a do próprio Jesus Cristo: conformar-se em tudo à vontade de Deus, até não ter também outra oração.

Páteant aures misericórdiæ tuæ, Dómine, précibus supplicántium: et, ut peténtibus desideráta concédas; fac eos quæ tibi sunt plácita, postuláre. Per Dominum nostrum Iesum Christum.

Abri, Senhor, os ouvidos de vossa misericórdia às preces de vossos servos suplicantes, e, para que aos seus rogos concedais o que desejam, fazei que somente peçam o que for de vosso agrado. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Epístola de São Paulo Apóstolo aos Coríntios I. 10. 6-13

Leitura ordinariamente extraída das epístolas ou cartas dos Apóstolos; daí o seu nome.

S. Paulo colhe do passado de Israel lições, que valem ainda para a nossa vida cristã.

Fratres: Non simus concupiscéntes malórum, sicut et illi concupiérunt. Neque idolólatræ efficiámini, sicut quidam ex ipsis: quemádmodum scriptum est: Sedit pópulus manducáre et bíbere, et surrexérunt lúdere. Neque fornicémur, sicut quidam ex ipsis fornicáti sunt, et cecidérunt una die vigínti tria mília. Neque tentémus Christum, sicut quidam eórum tentavérunt, et a serpéntibus periérunt. Neque murmuravéritis, sicut quidam eórum murmuravérunt, et periérunt ab exterminatóre. Hæc autem ómnia in figúra contingébant illis: scripta sunt autem ad correptiónem nostram, in quos fines sæculórum devenérunt. Itaque qui se exístimat stare, vídeat ne cadat. Tentátio vos non apprehéndat, nisi humána: fidélis autem Deus est, qui non patiétur vos tentári supra id, quod potéstis, sed fáciet étiam cum tentatióne provéntum, ut póssitis sustinére.

Irmãos: 6Não cobicemos as coisas más, como aqueles (os judeus) cobiçaram; 7nem vos torneis idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: Sentou-se o povo a comer e a beber, e levantou-se para dançar [ao redor do bezerro de ouro]1. 8Não pratiquemos a impureza, como alguns deles praticaram e morreram em um dia vinte e três mil. 9Não tentemos ao Cristo, como alguns deles tentaram e pereceram pelas serpentes. 10Nem murmureis, como alguns deles murmuraram, e foram mortos pelo Anjo exterminador2. 11Ora, todas essas coisas lhes aconteciam em figura, e estão escritas para advertência de nós outros, chegados que estamos aos fins dos séculos. 12Aquele, pois, que crê estar de pé, olhe que não caia. 13Não vos sobrevenha tentação acima das forças humanas. Fiel é Deus, que não permitirá sejais tentados além de vossas forças; antes fará que tireis ainda proveito da tentação, dando-vos o poder de lhe resistir.

1. Êxodo 32. 6.
2. O Anjo executor dos castigos divinos.

Gradual / Salmo 8. 2

Gradual e Aleluia, são cantos intercalares, por via de regra, tirados dos salmos e que traduzem os devotos afetos produzidos na alma pela leitura da Epístola ou sugeridos pelo Mistério do dia.

Dómine, Dóminus noster, quam admirábile est nomen tuum in universa terra! . Quóniam eleváta est magnificéntia tua super cælos.

Ó Senhor, Senhor nosso, como é admirável vosso Nome em toda a terra! . Porque a vossa magnificência se elevou acima dos céus.

Aleluia / Salmo 58. 2

Allelúia, allelúia. . Eripe me de inimícis meis, Deus meus: et ab insurgéntibus in me líbera me. Allelúia.

Aleluia, aleluia. . Salvai-me de meus inimigos, ó Deus meu; livrai-me dos que se levantam contra mim. Aleluia.

Evangelho segundo São Lucas 19. 41-47

Proclamação solene da Palavra de Deus. Ponto culminante desta primeira parte da Missa, a leitura ou canto do Evangelho, é revestida da maior solenidade. O respeito para com ele, exige seja escutado de pé.

A verdadeira felicidade do homem está no acolhimento que faz a Deus; a sua desgraça e perda, em resistir-lhe ou, depois de O haver acolhido, profanar um templo, que Deus consagrara.

In illo témpore: Cum appropinquáret Iesus Ierúsalem, videns civitátem, flevit super illam, dicens: Quia si cognovísses et tu, et quidem in hac die tua, quæ ad pacem tibi, nunc autem abscóndita sunt ab óculis tuis. Quia vénient dies in te: et circúmdabunt te inimíci tui vallo, et circúmdabunt te: et coangustábunt te úndique: et ad terram prostérnent te, et fílios tuos, qui in te sunt, et non relínquent in te lápidem super lápidem: eo quod non cognóveris tempus visitatiónis tuæ. Et ingréssus in templum, cœpit ejícere vendéntes in illo et eméntes, dicens illis: Scriptum est: Quia domus mea domus oratiónis est. Vos autem fecístis illam speluncam latrónum. Et erat docens cotídie in templo.

Naquele tempo, 41tendo Jesus chegado perto de Jerusalém, avistou a cidade, e chorou sobre ela, dizendo: 42Ah! Se tu conhecesses3, ao menos neste teu dia, o que te pode trazer a paz! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos. 43Porque, dias virão sobre ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, te sitiarão e por todos os lados te apertarão. 44Arrasar-te-ão a ti e a teus filhos, que estão dentro de ti, e em ti não deixarão pedra sobre pedra, porque tu não conheceste o tempo de tua visitação4. 45E tendo entrado no templo, começou a lançar fora todos os que aí vendiam ou compravam, 46dizendo-lhes: Está escrito: Minha casa é casa de oração, e vós fizestes dela um covil de ladrões. 47E todos os dias Ele ensinava no templo.

3. Como os discípulos.
4. Em que foste o objeto das mercês divinas.

 

CREDO... Concluímos a Ante-Missa com essa profissão de fé.

Breve compêndio das verdades cristãs e Símbolo da fé católica. Com a Igreja, afirmemo-las publicamente e renovemos a profissão de fé que fizemos no Batismo.

 

Ofertório / Salmo 18. 9-12

Com o Ofertório, começa a segunda parte da Missa ou Sacrifício propriamente dito.

Iustítiæ Dómini rectæ, lætificántes corda, et iudícia eius dulcióra super mel et favum: nam et servus tuus custódit ea.

As leis do Senhor são justas e alegram os corações e seus juízos são mais doces que o mel e o favo; por isso vosso servo os guarda.

Secreta

É a antiga «oração sobre as oblatas», ponto de ligação entre o Ofertório e o Cânon.

Note-se a afirmação doutrinal desta secreta.

Concéde nobis, quǽsumus, Dómine, hæc digne frequentáre mystéria: quia, quóties huius hóstiæ commemorátio celebrátur, opus nostræ redemptiónis exercétur. Per Dominum nostrum Iesum Christum.

Concedei, Senhor, Vos pedimos, que dignamente e frequentes vezes celebremos estes Mistérios, porque sempre que se renova a memória deste Sacrifício, se opera o fruto de nossa redenção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

Communio / João 6. 57

Alternando com o canto dum salmo, acompanhava (e ainda hoje pode acompanhar) a comunhão dos fiéis.

Qui mandúcat meam carnem et bibit meum sánguinem, in me manet et ego in eo, dicit Dóminus.

Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue permanece em Mim e eu nele, diz o Senhor.

Postcommunio

Súplica a Deus para que nos conceda os frutos do Sacrifício.

Tui nobis, quǽsumus, Dómine, commúnio sacraménti, et purificatiónem cónferat, et tríbuat unitátem. Per Dominum nostrum Iesum Christum.

Senhor, nós Vos suplicamos que a recepção de vosso Sacramento nos purifique e nos conceda o Espírito de união. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Meditação

 

Correspondência à Graça
Ó Senhor, fazei que em mim a Vossa graça não seja vã.

1 – Hoje a liturgia convida-nos a refletir sobre o grave problema da nossa correspondência à graça, apresentando-nos o triste quadro das vicissitudes de Israel, o povo escolhido, que Deus cumulara de benefícios, enchera de graças, protegera cuidadosamente e que, apesar disso, por infelicidade se perdeu. Na Epístola (I Cor. 10, 6-13) S. Paulo, depois de ter tocado alguns pontos da prevaricação de Israel, conclui: «Estas coisas lhes aconteciam em figura e foram escritas para advertência de todos nós... Aquele, pois, que crê estar de pé, veja não caia». É um chamamento premente à vigilância e à humildade. Se Deus nos preveniu com as Suas graças, se nos chamou a uma vida interior mais intensa, a uma maior intimidade com Ele, tudo isto, longe de nos tornar presunçosos, deve escavar no nosso coração uma humildade mais profunda: os dons de Deus têm de ser conservados sob a cinza de uma humilde desconfiança de si mesmo. Ai de nós se já nos considerássemos livres daquelas fraquezas que encontramos e talvez condenemos nos outros! Repitamos antes, humildemente: Senhor, ajudai-me, senão poderei fazer ainda pior. Contudo, exortando-nos à humildade, São Paulo impele-nos também à confiança porque «Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além do que podem as vossas forças, antes fará que tireis ainda vantagens da mesma tentação, para a poderdes suportar». O Apóstolo ensina-nos igualmente que a consciência da nossa fragilidade não nos deve desanimar, porque Deus está sempre pronto a amparar-nos com a Sua graça. Deus conhece as tentações que nos afligem e dá-nos, em cada uma delas, a medida de graça necessária para triunfarmos. É bem verdade que, quando a tempestade se desencadeia, somente damos conta do embate da luta, ao passo que a graça com que Deus nos socorre permanece inteiramente oculta; porém, tenhamos a certeza de que esta graça está presente, porque «Deus é fiel». «O bom Deus sempre me ajudou... – dizia Sta. Teresa do Menino Jesus – Conto com Ele. Tenho a certeza de que continuará a socorrer-me até o fim. Poderei sofrer muitíssimo, mas nunca será demais, estou certa disso» (NV. 28, 5).

2 – O Evangelho (Lc. 19, 41-47), retomando o mesmo argumento da Epístola, apresenta-nos Jesus chorando sobre Jerusalém. O Criador, o Senhor, o Salvador, chora sobre as ruínas das Suas criaturas, do povo que amou com predileção a ponto de o escolher por companheiro da Sua vida terrena e que a todo o custo quereria ter salvo.

«Jerusalém, Jerusalém... quantas vezes eu quis juntar teus filhos como a galinha recolhe debaixo das asas os seus pintos e tu não quiseste!» (Mt. 23, 37). Tal foi a atitude constante de Jesus para com a cidade santa, mas esta continuou sempre cega a toda a luz, surda a todo o convite; e o Salvador, poucos dias antes de Se entregar à Paixão, lança-lhe o último amargurado apelo: «Se ao menos neste dia que te é dado tu conhecesses ainda o que te pode trazer a paz!» Todavia, mais uma vez, a cidade resiste e Jesus, depois de a ter amado tanto, depois de ter chorado sobre ela como a mãe chora sobre o filho transviado, prediz-lhe a ruína: «Os teus inimigos... não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo da tua visita».

E tu saberás reconhecer os momentos em que o Senhor visita a tua alma? Uma boa palavra, lida ou ouvida talvez por acaso, um exemplo edificante, uma inspiração interior, uma luz nova que te faz ver mais a fundo os teus defeitos, que te abre novos horizontes de virtude e de bem, são outras tantas visitas de Jesus. E como correspondes? A tua alma é sensível a estas luzes, a estes apelos? Não te surpreendes uma vez por outra a olhar para o lado, temendo que a luz entrevista exija ao teu amor próprio sacrifícios demasiado duros?

Oh! se tivesses reconhecido sempre o momento em que o Senhor te visitou! Se te abrisses sempre de par em par à Sua ação! Procura, pois, recomeçar hoje de novo, resolvido a recomeçar todas as vezes que te acontecer ceder à natureza. «O que te pode trazer a paz», a felicidade, a santificação, é unicamente esta adesão contínua aos impulsos da graça.

MADALENA, Padre Gabriel de Santa Maria. Intimidade Divina. 2. ed.
Porto: Edições Carmelitanas, 1967, p. 973-975.


sábado, 18 de julho de 2026

Edição nº 829

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 829 – 19 de julho de 2026

 

 8º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Já a Missa do domingo passado nos mostrou a humanidade dividida em dois campos: o escravo do pecado e o escravo de Deus. A boa árvore e a árvore má.  Também nesta Missa, Nosso Senhor nos fala (Evangelho) dos filhos do mundo e dos filhos da luz.  Aqueles são mais prudentes em sua espécie, isto é, em atingirem os fins que levam à perdição e à morte. E, ao contrário, quanto nós nos devemos ainda esforçar para conseguirmos o nosso fim, que é a vida eterna! Importa, porém, termos sempre presente a nossa fraqueza e pedirmos a Deus que nos inspire a graça de pensarmos no bem e o verdadeiro modo de agir (Oração). Cristãos, somos elevados à dignidade de filhos de Deus, e não devemos andar segundo a carne, mas, sim, segundo o Espírito.  Deus é o nosso pai, Jesus é o nosso irmão e o Espírito Santo habita em nós; o céu e a bem-aventurança serão a nossa recompensa. 


«Quanto deves a meu senhor?» Ev.

sábado, 11 de julho de 2026

Edição nº 828

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 828 – 12 de julho de 2026

 

 7º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

O Intróito é um alegre convite de louvor ao Senhor, nosso Deus, que é o Rei supremo, Rex magnus, da terra. Este é o destino de cada homem e mais particularmente o do Cristão. Nem todos, porém, compreendem a sua missão. Vemos o mundo dividido em dois campos, e não só no mundo como em cada indivíduo, existe um conflito perene entre o bem e o mal. S. Paulo, na Epístola, fala-nos do escravo do pecado e do escravo de Deus e o Evangelho não nos deixa em dúvida sobre o que nos importa escolher. Devemos, como as boas árvores, produzir bons frutos. Só com a graça de Deus, o conseguiremos. Implorando humildemente esta graça (Oração), alcançá-la-emos pela celebração dos santos Mistérios (Postcommunio).


«Acautelai-vos dos falsos profetas» Ev.

sábado, 4 de julho de 2026

Edição nº 827

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 827 – 5 de julho de 2026

 

 6º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Este domingo é uma pequena Páscoa. Na Páscoa, pelo Batismo, nos conferiu Deus a vida que é alimentada pela Eucaristia.  Esta verdade é lembrada e representada pela Missa de hoje. A Epístola recorda-nos que pelo Batismo morremos com o Cristo ao velho homem e ressurgimos para uma vida nova. O Evangelho pelo milagre da multiplicação dos pães, mostra-nos a eficácia da Eucaristia. Jesus Cristo no santo Sacrifício da Missa (no qual devemos comungar), se compadece de nós e nos alimenta no deserto da vida, para que não pereçamos no caminho. Os Cânticos mostram confiança na proteção e na misericórdia de Deus.

                                 

«Já estão comigo há três dias e não têm o que comer.» Ev.

sábado, 27 de junho de 2026

Edição nº 826

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 826 – 28 de junho de 2026

 

 5º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Eis como eles se amam, foi dito em louvor dos primeiros Cristãos. E não podia ser de outra forma, pois se sentiam e eram membros de um só Corpo, que é Jesus Cristo. N'Ele amavam a Deus, o Pai comum de todos, e, n'Ele amavam-se uns aos outros. Este ideal de que viviam os nossos antepassados é assim delineado e posto diante dos nossos olhos na Missa destes dias, e é uma esplêndida introdução e uma preparação para o sacrifício comum, o centro do serviço divino que a Comunidade cristã presta a seu Criador.

                                        

«Vai primeiro reconciliar-te com teu irmão.» Ev.

sábado, 20 de junho de 2026

Edição nº 825


«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 825 – 21 de junho de 2026

 

 4º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Por causa de algumas mudanças feitas no decorrer do tempo, há apenas, pequeno, ou mesmo nenhum nexo entre o Evangelho e os outros textos das Missas depois de Pentecostes. A Missa de hoje tem como tema: a confiança em Deus. A Epístola e o Evangelho mostram­nos quando esta confiança é mais necessária. E é nos sofrimentos e nos trabalhos desta vida. A esperança e a certeza da glória futura nos dão coragem, pelo que, mesmo aqui neste mundo, não devemos temer. Aquele que para a nossa salvação fundou a Igreja, também a governará na pessoa de seus representantes. A barca de Pedro não soçobrará, pois o Senhor é a sua salvação. O Senhor é realmente a nossa Luz e a nossa Salvação: a quem temeremos? O Senhor é o defensor de nossa vida! (Intróito).

 

«Afastai-Vos de mim, Senhor, que sou homem pecador.» Ev.