sábado, 25 de outubro de 2025

Edição nº 791

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 791 – 26 de outubro de 2025

 

 Festa de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei
Último Domingo de Outubro
branco – 2a. classe

 

Para concluir solenemente o ano jubilar de 1925, o Santo Padre Pio XI instituiu a nova Festa de «Cristo Rei». Seria esta solenidade uma insistente admoestação para a humanidade inteira reconhecer a Jesus Cristo, o Filho de Deus, como Rei universal do mundo. A Ele se sujeitam os Reis e os Príncipes, os Magistrados e Juízes, as artes e as leis (Hino das Vésperas). Cristo deve reinar no espírito dos homens pela fé, na sua vontade pela obediência às leis de Deus e da Igreja, seu Reino visível; nos corações pelo amor e ainda nos próprios corpos para que sejam santos para Deus (Encíclica). É preciso que o povo seja constantemente instruído a respeito desta verdade. «Uma solenidade anual terá mais eficácia para realizá-lo do que todos os documentos, mesmo os mais graves, do magistério eclesiástico». Os textos do Ofício divino, como os da Santa Missa, nos falam vivamente desta doutrina. Particularmente reparemos o fruto do Reinado de Cristo sobre os homens: Ele é o Rei, cujo império trará união e paz para a humanidade (Oração, Prefácio, Secreta e Communio).

 

Neste homem de mãos atadas, adoremos o Senhor todo-poderoso, Rei do Céu e da Terra.

sábado, 18 de outubro de 2025

Edição nº 790

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 790 – 19 de outubro de 2025

 

 19º Domingo depois de Pentecostes
verde – 1a. classe

 

Deus mesmo se oferece como salvação de seu povo (Intróito). «Quando por mim em qualquer tribulação clamarem, eu os ouvirei». Consola-nos este pensamento, principalmente agora que o fim do ano se aproxima. Mais austeros se devem tornar os nossos pensamentos. O Apóstolo concita-nos a revestirmo-nos do homem novo (Epístola). No Evangelho vemos que o banquete já está preparado. Sejamos também nós prontos para ouvir e cumprir os mandamentos de Deus (Intróito, Communio e Postcommunio), pois  é  assim  que possuímos a veste nupcial – a graça santificante. Somos convivas do banquete nupcial, e, a cada momento, pode entrar o Rei para ver os seus hóspedes. Não desanimemos. Tenhamos confiança em Deus. Ele socorrer-nos-á no combate e no sofrimento (Intróito, Oração e Communio).

 


«Amarrai-o de mãos e pés, e lançai-o nas trevas exteriores.» Ev.

sábado, 11 de outubro de 2025

Edição nº 789

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 789 – 12 de outubro de 2025

 

Nossa Senhora da Conceição Aparecida
Rainha e Padroeira Principal do Brasil
18º Domingo depois de Pentecostes
branco – 1ª classe.



Protegei a santa igreja

Mãe terna e compadecida

Protegei a nossa Pátria

Ó, Senhora Aparecida!

sábado, 4 de outubro de 2025

Edição nº 788

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 788 – 5 de outubro de 2025

 

 17º Domingo depois de Pentecostes
verde – 1a. classe

 

«Ut sint unum: para que eles sejam um só», pediu Jesus na última Ceia.  Desde aquele momento, não cessa em cada uma das santas Missas de querer esta união entre os fiéis.  De um modo particular Ele o faz na Missa deste domingo. Pela boca do Apóstolo, na Epístola, recomenda-nos esta união. Ele próprio a ordena no Evangelho. Em virtude de sua divindade e sendo Ele o Medianeiro entre Deus e os homens, compete-Lhe o direito de ordenar. Como outrora, no cativeiro de Babilônia, Daniel implorou o perdão para o povo penitente (Ofertório), assim Jesus Cristo se sacrifica por nossos pecados, implora perdão no Santo Sacrifício e destrói o que possa perturbar a paz e a união da Igreja.

Mestre, qual é o mandamento da lei? Ev.

sábado, 27 de setembro de 2025

Edição nº 787

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 786 – 28 de setembro de 2025

 

 16º Domingo depois de Pentecostes
verde – 1a. classe

 

Doente é a alma humana, porém ela achou o seu Médico. O hidrópico do Evangelho é a imagem da alma humana, que, como aquele, encontra o seu médico em Jesus Cristo, em seu poder e em seu amor misericordioso. A Missa de hoje é uma repetição deste milagre e um penhor de nossa perseverança no bem. Os Cânticos e Orações pedem para nós o auxílio de Deus para o futuro, e louvam a sua bondade pelas graças e favores já recebidos.



«Então, Jesus tocou no homem, curou-o e mandou-o embora.» Ev.

sábado, 20 de setembro de 2025

Edição nº 786

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 786 – 21 de setembro de 2025

 

 15º Domingo depois de Pentecostes
verde – 1a. classe

 

Escravos do pecado e de satanás, estávamos mortos para Deus quando veio o Filho de Deus restituir-nos a vida (Evangelho). Justo é, pois, o louvor que Lhe damos nos Cânticos do Gradual e do Ofertório. Este mesmo Salvador nosso, não pode, porém, deixar de exigir também de nossa parte que não nos afastemos mais da vida, pelo pecado. Vivemos pelo Espírito, pelo Espírito também devemos andar. E se é difícil e custoso à natureza humana, façamos nossas as palavras do Intróito e da Oração de hoje. A Secreta, a Communio e a Postcommunio nos conduzem à fonte da vida e da graça, que nasce ao pé da Cruz e para cada um de nós no santo Sacrifício da Missa.

 


«E o que estava morto se sentou, e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe.» Ev.

sábado, 13 de setembro de 2025

Edição nº 785

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 14 – nº 785 – 14 de setembro de 2025

 

 Exaltação da Santa Cruz
14º Domingo depois de Pentecostes
Vermelho – 2a. classe

 

Em 628, o imperador Heráclio reconduziu em triunfo o Santo Lenho para o Calvário, após tê-lo reconquistado das mãos dos Persas. A festa e a Missa de hoje lembram este acontecimento. Adoramos a Santa Cruz que nos trouxe a salvação.


«Vitória! Tu reinarás! Ó Cruz, tu nos salvarás!»

sábado, 6 de setembro de 2025

Edição nº 784

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 13 – nº 784 – 7 de setembro de 2025

 

 13º Domingo depois de Pentecostes
verde – 2a. classe

 

Três pensamentos preparam-nos para a santa Missa de hoje: 1. A necessidade que temos do auxílio de Deus. 2. A prontidão do auxílio divino. 3. A prova de que Deus nos auxilia. No Intróito pedimos o auxílio em geral; na Oração, um aumento de fé, esperança e caridade, virtudes que, como sementes, foram pelo Batismo depostas em nossa alma, e que não se desenvolvem em nós sem a graça de Deus. Nossa súplica é baseada na Epístola que fala na fidelidade de Deus em suas promessas. Abraão é um exemplo de fé, esperança e caridade. A ele e seus descendentes dirigem-se as promessas de Deus. No Evangelho vemos como o Salvador prometido se desempenha de sua missão. E na santa Missa sabemos que Ele a continua no Sacrifício e no Sacramento, como nos mostram a Secreta, a Communio e a Postcommunio.

«Jesus, Mestre, tende piedade de nós!»  Ev.