sábado, 23 de setembro de 2023

Edição nº 677

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 13 – nº 677 – 24 de setembro de 2023

 

17º Domingo depois de Pentecostes
Verde – 2a. classe

 

«Ut sint unum: para que eles sejam um só», pediu Jesus na última Ceia.  Desde aquele momento, não cessa em cada uma das santas Missas de querer esta união entre os fiéis.  De um modo particular Ele o faz na Missa deste domingo. Pela boca do Apóstolo, na Epístola, recomenda-nos esta união. Ele próprio a ordena no Evangelho. Em virtude de sua divindade e sendo Ele o Medianeiro entre Deus e os homens, compete-Lhe o direito de ordenar. Como outrora, no cativeiro de Babilônia, Daniel implorou o perdão para o povo penitente (Ofertório), assim Jesus Cristo se sacrifica por nossos pecados, implora perdão no Santo Sacrifício e destrói o que possa perturbar a paz e a união da Igreja.

 


Mestre, qual é o grande mandamento da lei? Ev.

sábado, 16 de setembro de 2023

Edição nº 676

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 13 – nº 676 – 17 de setembro de 2023

 

 16º Domingo depois de Pentecostes
verde – 1a. classe

 

Doente é a alma humana, porém ela achou o seu Médico. O hidrópico do Evangelho é a imagem da alma humana, que, como aquele, encontra o seu médico em Jesus Cristo, em seu poder e em seu amor misericordioso. A Missa de hoje é uma repetição deste milagre e um penhor de nossa perseverança no bem. Os Cânticos e Orações pedem para nós o auxílio de Deus para o futuro, e louvam a sua bondade pelas graças e favores já recebidos.

 


«Então, Jesus tocou no homem, curou-o e mandou-o embora.» Ev.

sábado, 9 de setembro de 2023

Edição nº 675

 «Liturgia da Santa Missa»
Ano 12 – nº 675 – 10 de setembro de 2023

  15º Domingo depois de Pentecostes
verde – 1a. classe.


Escravos do pecado e de satanás, estávamos mortos para Deus quando veio o Filho de Deus restituir-nos a vida (Evangelho). Justo é, pois, o louvor que Lhe damos nos Cânticos do Gradual e do Ofertório. Este mesmo Salvador nosso, não pode, porém, deixar de exigir também de nossa parte que não nos afastemos mais da vida, pelo pecado. Vivemos pelo Espírito, pelo Espírito também devemos andar. E se é difícil e custoso à natureza humana, façamos nossas as palavras do Intróito e da Oração de hoje. A Secreta, a Communio e a Postcommunio nos conduzem à fonte da vida e da graça, que nasce ao pé da Cruz e para cada um de nós no santo Sacrifício da Missa.



«E o que estava morto se sentou, e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe.» Ev.

sábado, 2 de setembro de 2023

Edição nº 674

 «Liturgia da Santa Missa
Ano 12 – nº 674 – 3 de setembro de 2023

 

 14º Domingo depois de Pentecostes
verde – 1a. classe.

 

Dois senhores disputam-se o domínio do homem: o espírito e a carne. O espírito do mundo e o Espírito de Deus. Dois senhores querem mandar. E categoricamente diz o Evangelho: Ninguém pode servir a dois senhores. A Epístola nos aponta estes dois senhores, como eles se chamam e o que querem. A religião cristã não nega que exista este dualismo; é ela porém, e ela só, que é capaz de reprimir em seus justos limites os desejos da matéria e da carne. Muito custa ao homem por em ordem todo o seu aspirar, o seu desejar e o seu amar, porém a religião mostra-lhe os meios e o caminho. «Procurai primeiro o Reino de Deus e o resto ser-vos-á dado por acréscimo». Eis a norma para vencer todas as lutas no indivíduo, assim como para resolver as várias questões sociais. Procurar o reino de Deus é convencer-se de que Deus é o nosso Protetor, e desejar as mansões celestiais (Intróito).

 

 

«Vede as aves do céu, observai os lírios do campo», – confiai no vosso Pai do Céu.

sábado, 26 de agosto de 2023

Edição nº 673

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 12 – nº 673 – 27 de agosto de 2023

 

 13º Domingo depois de Pentecostes
Dedicação da Igreja Principal da Administração Apostólica
branco – 1a. classe.

 

Com grande solenidade consagra a santa Igreja os seus templos e todos os anos lembra aos fiéis o aniversário de sua Dedicação.

Se bem que Deus esteja presente em todo o lugar e possa espalhar as suas graças e bênçãos onde lhe aprouver, contudo, mais particularmente Ele está perto de nós e houve as nossas preces, em seu santo templo. Lembremo-nos sempre disto e tenhamos na casa de Deus um grande respeito. Lugar terrível é chamada a Igreja no Intróito da Missa, porque aí está a majestade de Deus, mas também é denominada a porta do Céu, porque nela recebemos a graça de Deus pelos Sacramentos. Aí oferecemos as nossas dádivas e as nossas orações, que sobem ao trono de Deus. Ele mesmo nos visita, como visitou Zaqueu (Evangelho), e nos comunica a plenitude de suas graças na Comunhão.


Igreja
Principal da Administração Apostólica S. João Maria Vianney em Campos dos Goytacazes/RJ

sábado, 19 de agosto de 2023

Edição nº 672

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 12 – nº 672 – 20 de agosto de 2023

 

 12º Domingo depois de Pentecostes
Solenidade da Assunção
branco – 1a. classe.

 

Celebramos hoje a maior festa em honra de Nossa Senhora. É a comemoração da gloriosa Assunção de Maria Santíssima ao céu.

No dia 1º de novembro de 1950, Pio XII definia o dogma da Assunção. Proclamava assim solenemente que a crença segundo a qual a Santíssima Virgem Maria ao terminar a sua vida terrestre, foi elevada em corpo e alma para a glória do Céu, faz realmente parte do depósito da fé recebida dos Apóstolos. «Bendita entre todas as mulheres» em razão da sua maternidade divina, a Virgem imaculada que tivera desde a sua Conceição o privilégio de ser isenta do pecado original, não devia jamais conhecer a corrupção do túmulo.

A nova missa da festa põe em evidência a própria Assunção e as suas conveniências teológicas. Maria aparece glorificada na mulher descrita no Apocalipse (Intróito), na filha do rei revestida de manto de ouro, do salmo 44 (gradual), na mulher que com seu filho será inimiga vitoriosa do demônio (Ofertório). São-lhe aplicados os louvores dirigidos a Judite triunfante (Epístola); e sobretudo considera a Assunção o coroamento de todas as glórias que derivam da maternidade divina e que a própria Virgem cantou no seu Magnificat (Evangelho). As orações fazem-nos pedir a Deus que possamos, como a Santíssima Virgem, estar continuamente atentos às coisas do alto, atingir a ressurreição bem-aventurada, e partilhar da sua glória no Céu.

 


«Tu és a glória de Jerusalém, a alegria de Israel, a honra do nosso povo». Epist.

sábado, 12 de agosto de 2023

Edição nº 671

 «Liturgia da Santa Missa»
Ano 12 – nº 671 – 13 de agosto de 2023

 

 11º Domingo depois de Pentecostes
verde – 1a. classe.

 

Da graça e da bondade de Nosso Senhor, trata a Missa de hoje. Na Epístola fala S. Paulo da graça que ele próprio recebeu como último dos Apóstolos e que, pelo Batismo, a nós também foi comunicada. No Evangelho é o próprio Jesus Cristo quem cura, na pessoa do surdo-mudo, a humanidade inteira. Ephpheta: ainda hoje é ação simbólica na administração do Batismo. Nos Cânticos agradecemos estas graças, mas na Oração imploramos novas, porquanto precisamos aumentar a graça em nós. É o que melhor alcançamos pela Eucaristia. Certos estejamos que se honramos a Deus com todos os nossos haveres (no Sacrifício Eucarístico), teremos abundância de trigo e vinho (no Sacramento Eucarístico); e assim é aumentada em nós a graça de Deus (Communio).

 


«Ephpheta!» Abre-te boca muda! Abre-te boca cristã para proclamar a tua fé!

sábado, 5 de agosto de 2023

Edição nº 670

«Liturgia da Santa Missa»
Ano 12 – nº 670 – 6 de agosto de 2023

 

 Festa da Transfiguração de Nosso Senhor

branco – 1a. classe.

 

Para fortalecer os seus Apóstolos na fé, mostrou-lhes Jesus, antes de sua Paixão, os esplendores da Transfiguração (Evangelho). S. Pedro, testemunha ocular, nos anima a esperarmos o dia da transfiguração final (Epistola). Os Cânticos põem diante de nós a imagem fulgurante do Cristo, e na Comunhão recebemos o penhor de nossa própria transfiguração. Também em nossos altares vemos a sua gloria, e, compreendendo o valor do Santo Sacrifício da Missa, podemos exclamar: Como são amáveis os vossos tabernáculos, Senhor! (Intróito).