«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
581 – 06 de fevereiro de 2022
† 5º Domingo depois
da Epifania
verde – 2ª classe.
«Enquanto, porém, os homens dormiam, veio o seu inimigo...» Ev.
Seja bem-vindo!
Seja bem-vinda!
«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
581 – 06 de fevereiro de 2022
† 5º Domingo depois
da Epifania
verde – 2ª classe.
«Enquanto, porém, os homens dormiam, veio o seu inimigo...» Ev.
«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
580 – 30 de janeiro de 2022
† 4º Domingo depois da Epifania
verde – 2ª classe.
«Senhor, salvai-nos, que perecemos.» Ev.
«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
579 – 23 de janeiro de 2022
† 3º Domingo depois
da Epifania
verde – 2ª classe.
Neste domingo continua a manifestação do caráter
real de Jesus e de seu poder misterioso. Ele domina sobre as doenças.
Estendendo a mão poderosa de sua Majestade (Oração), a lepra desaparece e o
servo fica curado. Ora, nós éramos doentes como o leproso e o servo. No Batismo
e no Sacramento da Penitência, Jesus estendeu a mão e operou a cura milagrosa
de nossa alma. Com os miraculados do Evangelho, podemos cantar no Ofertório:
Não morrerei, mas viverei. Entretanto, este júbilo só terá valor, se a nossa
gratidão se manifestar também pela vida moldada no ideal que nos propõe a
Epístola. Eis a verdadeira vida dos batizados, dos curados da lepra do pecado.
«Em verdade, eu vos digo que não encontrei tamanha fé em Israel» Ev.
«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
578 – 16 de janeiro de 2022
† 2º Domingo depois
da Epifania
verde – 2ª classe.
Jesus Cristo é o Rei da criação, e por isso, toda a
terra O deve adorar e louvar como a seu Redentor (Intróito, Gradual). Por seu nascimento
tornou-se nosso Irmão e por sua morte recebeu-nos em herança. Pela Eucaristia
continua a comunicar-nos os frutos de seu nascimento, de sua vida e de sua
morte. Vemo-Lo hoje, nas bodas de Caná (Evangelho), praticar o primeiro
milagre: a conversão da água em vinho. Aqui converte o vinho em seu Preciosíssimo
Sangue, a fim de, por meio deste milagre, repetido através dos séculos, comunicar
aos homens a sua divindade. É justo,
pois, que digamos no Ofertório: «Vede quanto bem Deus fez à minha alma».
«Fazei tudo quanto Ele vos disser.» Ev.
«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
577 – 09 de janeiro de 2022
† 1º Domingo depois da Epifania
Festa da Sagrada Família
branco – 2ª classe.
Com a Igreja, fazemos hoje uma visita à casa de
Nazaré. A Sagrada Família é um exemplo para a família cristã. Sigam os filhos o
exemplo de Jesus, que era submisso a seus pais. O pai imite a S. José e a mãe
veja em Maria Santíssima um modelo de esposa e mãe, cujas virtudes encontramos
na Epístola e no Evangelho. Para a execução de nossos propósitos, imploramos
nas Orações as graças do Alto, e assim, também em nossas casas reinará a paz de
Jesus Cristo.
«Então desceu com eles e veio para Nazaré; e era-lhes submisso.». Ev.
«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
576 – 02 de janeiro de 2022
† Solenidade da Epifania
de Nosso Senhor
branco – 1ª classe.
Festa do Santíssimo Nome de Jesus
Epifania, como dizem os gregos, ou aparição, é a
segunda solenidade no ciclo de Natal. Jubilosos celebramos com a santa Igreja a
entrada solene do Cristo-Rei no mundo, na humanidade, na alma de cada um de
nós. Aquele que nascera no silêncio da santa noite de Natal, manifesta-se agora
aos olhos do mundo. O Rei da eterna glória entra em sua cidade, a nova
Jerusalém, a santa Igreja.
Os Ofícios litúrgicos, e especialmente o da
madrugada, Laudes, falam de uma tríplice manifestação de Jesus. Diz a Antífona:
«Hoje o Esposo celestial se uniu à Igreja, porque o Cristo lavou no Jordão os
crimes de sua Esposa». No batismo de Jesus, o Padre Eterno deu testemunho a seu
Filho: «Este é o meu Filho, a Ele deveis ouvir». – «Os Magos se apressam para
as núpcias do Rei, com as suas dádivas» (Evangelho). Com os Magos, somos também
nós convidados a apresentar no Ofertório a nossa dádiva: o dom
de nós mesmos. E finalmente conclui a Antífona: «E a
água se transforma em vinho e os convidados se alegram. Aleluia». Nas bodas de
Caná, manifestou-se pela vez primeira o poder divino-real de Jesus Cristo.
Assim como os convidados se alegram, nós nos alegramos pela transubstanciação
do pão e do vinho no Corpo e no Sangue do Salvador, que nos é proposto no
banquete nupcial da Eucaristia.
A basílica de S. Pedro foi escolhida para a
celebração da Missa, neste dia, porque a Epifania, desde os tempos mais
remotos, é uma das maiores solenidades.
Oferecemo-nos com o Cristo (Secreta) e recebemos o Cristo
(Post communio). A vida interior do Cristão é uma reprodução da vida do
Cristo. O fim da Igreja, celebrando o Ano eclesiástico, é este: assim como Jesus
se manifestou aos Magos, pedimos que se manifeste a cada Cristão pela luz da
fé.
«Vimos a sua estrela no Oriente, e viemos com presentes adorar o Senhor». Comm.
«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
575 – 26 de dezembro de 2021
† Domingo dentro da
oitava do Natal
branco – 2ª classe.
«Quando tudo repousava em profundo silêncio», na
santa noite de Natal, apareceu o Cristo-Rei, sob a forma de uma Criancinha (Introito).
Pedimos que Ele nos submeta a seu poder, fazendo-nos praticar as boas obras
(Oração), depois de nos ter libertado da escravidão e de nos ter elevado à
dignidade de filhos de Deus (Epístola). Sejam nossos exemplos de vida cristã:
S. José, Nossa Senhora, Simeão e Ana (Evangelho). Ainda tão próximos do
presepe, quedamos, no entanto, surpresos. O mesmo Evangelho nos deixa entrever
a Redenção pela Paixão. A Criancinha será o Homem das dores; a Virgem-Mãe, a Mater
dolorosa. O altar, neste dia, é para nós presepe e cruz ao mesmo tempo.
Conforta-nos, entretanto, o pensamento de que na Comunhão podemos «tomar o Menino»
com a sua Mãe, e com eles caminhar para a vida eterna.
«Eis que este menino está destinado para ser ruína e ressurreição de muitos em Israel.» Ev.
«Liturgia
Dominical»
Ano 11 – nº
574 – 25 de dezembro de 2021
† Natal de Nosso
Senhor Jesus Cristo
branco – 1ª classe.
Três vezes oferece hoje a Igreja o Santo
Sacrifício. A primeira, à meia noite, na cripta de S.ta Maria Maior, onde se
guardam os restos do presepe. O lugar e
a hora lembram o acontecimento magno da história da humanidade: a vinda do
Filho de Deus a este mundo.
Com Maria e José, diante do presepe, ouçamos o
primeiro canto do Menino Jesus, no qual Ele revela a sua filiação divina e
eterna. Entrando no mundo, Ele nos lembra que
existe antes do mundo num hoje eterno
com o Pai celeste. E logo manifesta pelo Apóstolo o
seu programa: remir o mundo da iniquidade e formar um povo escolhido, cheio de zelo
pelas boas obras. Diante deste Menino-Rei tão poderoso, os céus e a· terra
exultam (Ofertório) e convidam nossa alma
à adoração, para tomarmos parte pela
Comunhão nos esplendores da filiação divina.
Nasceu para nós um Pequenino; um Filho nos foi dado. (Intróito)